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Oficina sobre o trabalho de psicólogos com jovens envolvidos em atividades ilícitas nas favelas


Data de Publicação: 31 de julho de 2012


O Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro convida a todos para participarem da oficina “A Prática de Profissionais na Favela. Desafios, Dilemas e Potencialidades no trabalho com jovens inseridos em atividades ilícitas”, que será nesta quinta-feira, a partir de 9h30, na sede do conselho, na Tijuca.

O encontro pretende colocar em discussão a prática de psicólogos em favelas com jovens envolvidos com o tráfico de drogas e outras atividades ilícitas. Os interessados devem se inscrever pelo telefone 2139-5400 ou pelo email [email protected]. O evento é gratuito.

 

SERVIÇO

“A Prática de Profissionais na Favela. Desafios, Dilemas e Potencialidades no trabalho com jovens inseridos em atividades ilícitas”.

Objetivo: Ampliar a discussão em torno das estratégias de atuação no contexto da favela, em especial com jovens que atuam no tráfico de drogas e outras redes de trabalho ilícito. Junção entre teoria e prática na transformação de realidades sociais.

Público alvo: profissionais que atuam em favelas e projetos sociais

Local: Auditório do CRP-05. Rua Delgado de Carvalho 53. Tijuca, Rio de Janeiro. Tel: 2139-5400
Data: 02 de Agosto de 2012
Horário: 9:30hs às 16hs
Inscrições: 2139-5400 ou [email protected]

 

Programação:

1) O trabalho na favela.

A relação do profissional com estes territórios. Crenças e implicações.

A Teoria das Representações Sociais aplicada ao contexto comunitário – O compromisso com a mudança.

2) Os processos de entrada e saída de jovens do tráfico de drogas no varejo. As reais dimensões deste universo e as fases que o compõem:

O envolvimento inicial
A atuação efetiva: perdas e ganhos
A decisão por sair e o momento de transição
O desligamento formal e a inserção em novas redes sociais e de trabalho

3) Profissionais em ação: olhares sobre o fenômeno e a intervenção direta.

Estratégias e dificuldades que extrapolam o campo acadêmico:

Elaboração dos conflitos pessoais/aspecto emocional do profissional
Desconstrução de mitos sobre os alcances da atuação
Estranhamentos na interação com o público atendido
Construção da autonomia dos envolvidos na intervenção

A formação dos perfis profissionais e das abordagens diferenciadas criadas a partir do fazer cotidiano.